Sábado, 4 de Outubro de 2008

O nosso País pode definir-se por uma capacidade galacto-legislativa ímpar, capaz de convencer gente menos esclarecida e reclamante de lucidez. Quão arredios da perspicácia andam os membros do Governo a pensar que nisto não se hipoteca uma ou mais gerações. Mudam-se critérios de regulação do sistema, a contento de uma regra de imagem politizada por estatísticas para estrangeiro ver, sem perceber.

Por exemplo, na avaliação dos professores – se esta ministra «descobriu» que o modelo de 1995 não funcionou, ponha a gestão executiva das escolas a explicar os motivos de tal. Não era aos professores responsáveis pelos conselhos directivos/executivos que deviam ser exigidas explicações? Que mensagens de coacção são transmitidas, por parte das hierarquias superiores, aos agentes de estabelecimento locais, que apenas amplificam recados e correios electrónicos? E quem lhes manda mandar sem aulas dar?
Avaliem qualquer mudança a partir do terreno e não por anotações coagidas em reuniões à porta fechada. Na escola, não devia haver uma sequer.

Um contributo enviado por: Hélder Ramos



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